O RUA – Revitalização Urbana de Amarante é um projeto de revitalização e regeneração que pretende dinamizar o centro da cidade de Amarante, criado pela Câmara Municipal de Amarante, através da InvestAmarante, pela Associação Empresarial de Amarante, e pelo Aventura Marão Clube, através da Casa da Juventude de Amarante.
Pretende gerar novas dinâmicas sociais e urbanas, alterando e combatendo paradigmas de estagnação, através da dinamização do espaço público, da sensibilização sobre a importância da reabilitação e ocupação do edificado, e da regeneração e rentabilização do comércio de rua.
O RUA é desenvolvido no âmbito da candidatura Amarante em Regeneração, cofinanciada pelo Norte2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional da União Europeia. Esta operação tem um custo total elegível de 124.974,70 EUR, com cofinanciamento da União Europeia através do FEDER de 106.228,50 EUR e sendo a contrapartida pública nacional de 18.746,20 EUR.
O centro histórico de Amarante caracteriza-se pelo seu enquadramento paisagístico único e pela presença de património arquitetónico notável. Torna-se essencial e fundamental revisitar todo este organismo, tornando-o mais responsivo às necessidades da comunidade.
Desta forma, estimulando a reabilitação e a revitalização do centro urbano, será possível criar dinâmicas sociais, económicas e culturais que valorizem eixos importantes da cidade, vitalizando-os.
O RUA pretende criar novas dinâmicas sociais, através da dinamização do espaço público, da sensibilização sobre a importância da reabilitação e ocupação do edificado e da regeneração e rentabilização do comércio de rua.
Assim, surge a visão sobre a rua como o palco e meio para a regeneração pretendida, convidando a comunidade a pensar, intervir e a construir cidade.
Através do desenvolvimento de estratégias integradas, que visem a revitalização e dinamização dos espaços públicos, pretende-se promover a melhoria da qualidade ambiental, paisagística e urbanística do centro urbano, tornando-o afável, acolhedor e aumentando o seu poder de atratividade.
Na cidade a rua deve ser suprema. É a primeira instituição da cidade. A rua é uma sala por excelência, uma sala comunitária, cujas paredes pertencem aos proprietários, sendo cedidas à cidade para uso comum, o seu teto é o céu. Atualmente, as ruas são espaços desinteressantes que não pertencem às casas envolventes. Então não temos ruas. Temos estradas, mas não temos ruas.– Louis Kahn
Através da análise e reflexão sobre o contexto económico, social e cultural presente na cidade, será desenvolvido um plano estratégico de ação que dinamize e fortaleça o centro urbano.
Se um lugar se pode definir como identitário, relacional e histórico, um espaço que não pode definir-se nem como identitário, nem como relacional, nem como histórico, definirá um não-lugar. – Marc Augé
A aposta na criação de “lugares”, tal como Marc Augé os define, torna-se essencial neste processo, devolvendo a cidade às pessoas, envolvendo e incentivando o público a ser parte integrante do seu pensamento e da sua idealização.
Conferir identidade, estimulando relações/trocas e apostando na história do centro de Amarante, permitirá desenvolver um estatuto semelhante ao de lugar, captando e cativando usuários e visitantes. Neste sentido, o trabalho sobre o espaço público da cidade, assumindo-o como palco para esta transformação, torna-se crucial e essencial.
O projeto RUA tem como área de intervenção a atual ARU (Área de Reabilitação Urbana).
Fazer cidade é conferir ao espaço público uma função central na política urbana. É nele que reside a garantia da evolução da cidade. – João B. Serra
O espaço público da cidade é um dos eixos de intervenção mais importantes na estratégia do projeto RUA. Assim surge a metodologia de trabalho Placemaking que propõe um pensamento coletivo sobre formas de re-imaginar e reinventar os espaços públicos, tornando-os centrais na vida das comunidades.
Deste modo, a identificação de focos de perturbação no espaço público, tendo em vista a sua gestão e uniformização, o incentivo à participação pública e à cidadania responsável e a criação de um programa cultural e artístico de revitalização urbana, que fomente as atividades ao ar livre promovendo o encontro social, tornam-se as principais frentes de ação do projeto.
Quando os pisos térreos da cidade estão abertos ao público, a vida da cidade é reforçada. As actividades enriquecem-se umas às outras, a riqueza das experiências aumenta, passear torna-se mais seguro e as distâncias parecem menores. – Jan Gehl
Os pisos térreos têm uma relação privilegiada com o espaço público que lhes confere um poder metamórfico relativamente às dinâmicas da cidade. Quando os pisos térreos se encontram abertos, é possível trazer nova vida à cidade, trazer novos visitantes, cativar à reabilitação do edificado, incentivar a procura habitacional e fixar a população.
Assim, um dos grandes objetivos do projeto RUA passa por estimular e potenciar a estrutura económica atual, protegendo os comércios já existentes e trabalhando para a sua regeneração e rentabilidade, ao mesmo tempo que desenvolve ações de atração e integração de ‘novos vizinhos’, novas empresas e novas dinâmicas.
Convém insistir no que entendemos por valor de património. O valor de uma área antiga não é apenas o dos edifícios: é um valor de localização ou de “centralidade” para os que lá trabalham, moram ou podem vir a morar; é o valor da infra-estrutura já instalada mesmo se, nalguns casos, carente de reforma…– Nuno Portas
A Reabilitação do edificado possibilita a preservação e valorização do património arquitetónico e urbano, tornando possível o desenvolvimento durável das cidades. Uma cidade bem cuidada atrai e fixa moradores, que por sua vez estimulam a economia e geram dinâmicas urbanas.
Neste sentido, torna-se fundamental um trabalho de sensibilização junto dos proprietários de edifícios na ARU, informando-os de apoios, programas, benefícios, candidaturas e fundos para a reabilitação de edificado, acompanhando todo o processo e promovendo a sua execução, contribuindo deste modo para a revitalização do espaço público.
… a aparência e o impacto do espaço público é um dos factores que motiva a que os cidadãos se sintam atraídos pela sua terra. Ser atrativo é, assim, condição fundamental para uma terra que se queira desenvolver necessitando, para tal, da participação dos seus habitantes estimulados para esse desenvolvimento que se pretende. – Nuno Portas
A cidade de Amarante, palco de várias transformações sociológicas, passou pela perda de vitalidade do seu centro histórico.Este acontecimento pôs em causa o património e a essência humana e cultural que a distingue e singulariza.
Deste modo, torna-se importante uma reflexão sobre os modos de intervenção, com o intuito de devolver vida ao núcleo urbano, apostando na dinamização económica e potenciando o poder de fixação populacional destas áreas, evitando a sua estagnação e consequente degradação.
Placemaking é uma metodologia de trabalho que propõe um pensamento coletivo sobre formas de re-imaginar e reinventar os espaços públicos, tornando-os centrais na vida das comunidades. Tal como o nome indica, passa pela capacidade de se criar espaço urbano atrativo e de fácil apropriação e uso.
Os princípios que guiam o Placemaking são os seguintes:
a) A comunidade é o expert: a comunidade residente é vista como a principal fonte de conhecimento de vivências, história e formas de ocupação do espaço.
b) Cria um espaço, não um design: o espaço em questão tem de ser trabalhado de forma a ser convidativo e realmente capaz de ser ocupado e vivido pelas pessoas, reprovando-se qualquer estratégia meramente de desenho e embelezamento.
c) Procura parceiros: as parcerias são fundamentais para uma boa estratégia urbana prolongando-a e sedimentando-a no tempo.
d) Consegues perceber muito através da observação: a observação é o elemento chave para a análise e o entendimento das especificidades do espaço e dos seus usuários.
e) Tem uma visão: como em qualquer estratégia, ter uma visão para o sítio é essencial.
f) Começa com ações simples, rápidas, baratas: a aposta em ações rápidas e sem grande investimento são bastante úteis para uma rápida verificação do potencial da estratégia que se encontra a ser delineada.
g) Triangula: o cruzamento de diversos serviços e ofertas no mesmo espaço capacita-o de versatilidade atraindo diferentes tipos de usuários.
h) Eles dizem sempre que não pode ser feito: haverá sempre relutância na população em relação a intervenções que se afastem do pré-existente.
Para saber mais sobre esta metodologia consulte o site Project for Public Spaces.
As cidades têm a capacidade de oferecer algo a todos, apenas e somente quando são criadas por todos. – Jane Jacobs
A participação ativa da comunidade amarantina revela-se fundamental, cultivando valores de comunidade e entreajuda que se poderão revelar alavancas para o projeto. Só é possível revitalizar a cidade se todos nos comprometermos a trabalhar nesse sentido, partilhando ideias, lançando desafios, promovendo boas práticas e um bom uso dos espaços públicos. Conheça o projeto, junte-se a nós e vamos juntos criar cidade.
Câmara Municipal de Amarante é a autarquia da cidade. Amarante, pertence ao Distrito do Porto, região Norte e sub-região do Tâmega e Sousa. Atualmente com cerca de 56.264 habitantes, o que equivale a 13% da sub-região, ocupa uma área de 301.33 km2 e divide-se em 26 freguesias.
InvestAmarante é a estrutura criada pela autarquia com o objetivo de impulsionar a captação de investimento privado, apoiar o tecido empresarial, promover o empreendedorismo, o turismo, e a inovação. A InvestAmarante pretende tornar mais atrativo o investimento através da simplificação dos processos envolvidos, integração na rede económica regional e nacional e de um conjunto de incentivos e apoios neste sentido.
Associação Empresarial de Amarante representa a atividade profissional do conjunto das empresas comerciais, industriais e dos serviços do concelho de Amarante, que dela sejam associadas e tem como missão a representação e defesa dos seus interesses comuns e das atividades empresarial e associativa.
Associação Aventura Marão Clube é uma organização associativa sem fins lucrativos criada em 1993 com a missão de promover hábitos de vida saudáveis entre a população de Amarante, especialmente os mais jovens. Atualmente conta com cerca de 450 associados e desenvolve atividades em três áreas principais: Canoagem, BTT e Comércio Justo; e ainda é responsável pela gestão e dinamização da Casa da Juventude de Amarante, através da qual promove a mobilidade e participação internacional.
Casa da Juventude é gerida desde 2009 pelo Aventura Marão Clube, a Casa da Juventude de Amarante é hoje um dos centros culturais mais ativos e inovadores da cidade. Começou por ser um projeto jovem focado no desporto e hábitos de vida saudáveis e percorreu um longo caminho desde então. Nos últimos anos tem desenvolvido vários projetos na área das artes, teatro, cinema, direitos humanos, empreendedorismo e sustentabilidade.
Existem imensos exemplos de boas práticas no âmbito da revitalização e regeneração urbana. Deixamos aqui alguns dos projetos que nos inspiram todos os dias a trabalhar mais e melhor pela nossa cidade.
O RUA – Revitalização Urbana de Amarante é um projeto de revitalização e regeneração que pretende dinamizar o centro da cidade de Amarante, criado pela Câmara Municipal de Amarante, através da InvestAmarante, pela Associação Empresarial de Amarante, e pelo Aventura Marão Clube, através da Casa da Juventude de Amarante.
Pretende gerar novas dinâmicas sociais e urbanas, alterando e combatendo paradigmas de estagnação, através da dinamização do espaço público, da sensibilização sobre a importância da reabilitação e ocupação do edificado, e da regeneração e rentabilização do comércio de rua.
O centro histórico de Amarante caracteriza-se pelo seu enquadramento paisagístico único e pela presença de património arquitetónico notável. Torna-se essencial e fundamental revisitar todo este organismo, tornando-o mais responsivo às necessidades da comunidade.
Desta forma, estimulando a reabilitação e a revitalização do centro urbano, será possível criar dinâmicas sociais, económicas e culturais que valorizem eixos importantes da cidade, vitalizando-os.
O RUA pretende criar novas dinâmicas sociais, através da dinamização do espaço público, da sensibilização sobre a importância da reabilitação e ocupação do edificado e da regeneração e rentabilização do comércio de rua.
Assim, surge a visão sobre a rua como o palco e meio para a regeneração pretendida, convidando a comunidade a pensar, intervir e a construir cidade.
Através do desenvolvimento de estratégias integradas, que visem a revitalização e dinamização dos espaços públicos, pretende-se promover a melhoria da qualidade ambiental, paisagística e urbanística do centro urbano, tornando-o afável, acolhedor e aumentando o seu poder de atratividade.
Na cidade a rua deve ser suprema. É a primeira instituição da cidade. A rua é uma sala por excelência, uma sala comunitária, cujas paredes pertencem aos proprietários, sendo cedidas à cidade para uso comum, o seu teto é o céu. Atualmente, as ruas são espaços desinteressantes que não pertencem às casas envolventes. Então não temos ruas. Temos estradas, mas não temos ruas.– Louis Kahn
Através da análise e reflexão sobre o contexto económico, social e cultural presente na cidade, será desenvolvido um plano estratégico de ação que dinamize e fortaleça o centro urbano.
Se um lugar se pode definir como identitário, relacional e histórico, um espaço que não pode definir-se nem como identitário, nem como relacional, nem como histórico, definirá um não-lugar. – Marc Augé
A aposta na criação de “lugares”, tal como Marc Augé os define, torna-se essencial neste processo, devolvendo a cidade às pessoas, envolvendo e incentivando o público a ser parte integrante do seu pensamento e da sua idealização.
Conferir identidade, estimulando relações/trocas e apostando na história do centro de Amarante, permitirá desenvolver um estatuto semelhante ao de lugar, captando e cativando usuários e visitantes. Neste sentido, o trabalho sobre o espaço público da cidade, assumindo-o como palco para esta transformação, torna-se crucial e essencial.
O projeto RUA tem como área de intervenção a atual ARU (Área de Reabilitação Urbana).
Fazer cidade é conferir ao espaço público uma função central na política urbana. É nele que reside a garantia da evolução da cidade. – João B. Serra
O espaço público da cidade é um dos eixos de intervenção mais importantes na estratégia do projeto RUA pois é nele que se encontram todos os agentes da cidade e onde a economia, a cultura e a vida da cidade se cruzam e relacionam. Assim surge a metodologia de trabalho Placemaking que inspira a um pensamento coletivo sobre formas de re-imaginar e reinventar os espaços públicos, tornando-os centrais na vida das comunidades.
Deste modo, a identificação de focos de perturbação no espaço público, tendo em vista a sua gestão e uniformização, o incentivo à participação pública e à cidadania responsável e a criação de um programa cultural e artístico de revitalização urbana, que fomente as atividades ao ar livre promovendo o encontro social, tornam-se as principais frentes de ação do projeto.
Quando os pisos térreos da cidade estão abertos ao público, a vida da cidade é reforçada. As actividades enriquecem-se umas às outras, a riqueza das experiências aumenta, passear torna-se mais seguro e as distâncias parecem menores. – Jan Gehl
Os pisos térreos têm uma relação privilegiada com o espaço público que lhes confere um poder metamórfico relativamente às dinâmicas da cidade. Quando os pisos térreos se encontram abertos, é possível trazer nova vida à cidade, trazer novos visitantes, cativar à reabilitação do edificado, incentivar a procura habitacional e fixar a população.
Assim, um dos grandes objetivos do projeto RUA passa por estimular e potenciar a estrutura económica atual, protegendo os comércios já existentes e trabalhando para a sua regeneração e rentabilidade, ao mesmo tempo que desenvolve ações de atração e integração de ‘novos vizinhos’, novas empresas e novas dinâmicas.
Convém insistir no que entendemos por valor de património. O valor de uma área antiga não é apenas o dos edifícios: é um valor de localização ou de “centralidade” para os que lá trabalham, moram ou podem vir a morar; é o valor da infra-estrutura já instalada mesmo se, nalguns casos, carente de reforma…– Nuno Portas
A Reabilitação do edificado possibilita a preservação e valorização do património arquitetónico e urbano, tornando possível o desenvolvimento durável das cidades. Uma cidade bem cuidada atrai e fixa moradores, que por sua vez estimulam a economia e geram dinâmicas urbanas.
Neste sentido, torna-se fundamental um trabalho de sensibilização junto dos proprietários de edifícios na ARU, informando-os de apoios, programas, benefícios, candidaturas e fundos para a reabilitação de edificado, acompanhando todo o processo e promovendo a sua execução, contribuindo deste modo para a revitalização do espaço público.
… a aparência e o impacto do espaço público é um dos factores que motiva a que os cidadãos se sintam atraídos pela sua terra. Ser atrativo é, assim, condição fundamental para uma terra que se queira desenvolver necessitando, para tal, da participação dos seus habitantes estimulados para esse desenvolvimento que se pretende. – Nuno Portas
A cidade de Amarante, palco de várias transformações sociológicas, passou pela perda de vitalidade do seu centro histórico.Este acontecimento pôs em causa o património e a essência humana e cultural que a distingue e singulariza.
Deste modo, torna-se importante uma reflexão sobre os modos de intervenção, com o intuito de devolver vida ao núcleo urbano, apostando na dinamização económica e potenciando o poder de fixação populacional destas áreas, evitando a sua estagnação e consequente degradação.
Placemaking é uma metodologia de trabalho que propõe um pensamento coletivo sobre formas de re-imaginar e reinventar os espaços públicos, tornando-os centrais na vida das comunidades. Tal como o nome indica, passa pela capacidade de se criar espaço urbano atrativo e de fácil apropriação e uso.
Os princípios que guiam o Placemaking são os seguintes:
a) A comunidade é o expert: a comunidade residente é vista como a principal fonte de conhecimento de vivências, história e formas de ocupação do espaço.
b) Cria um espaço, não um design: o espaço em questão tem de ser trabalhado de forma a ser convidativo e realmente capaz de ser ocupado e vivido pelas pessoas, reprovando-se qualquer estratégia meramente de desenho e embelezamento.
c) Procura parceiros: as parcerias são fundamentais para uma boa estratégia urbana prolongando-a e sedimentando-a no tempo.
d) Consegues perceber muito através da observação: a observação é o elemento chave para a análise e o entendimento das especificidades do espaço e dos seus usuários.
e) Tem uma visão: como em qualquer estratégia, ter uma visão para o sítio é essencial.
f) Começa com ações simples, rápidas, baratas: a aposta em ações rápidas e sem grande investimento são bastante úteis para uma rápida verificação do potencial da estratégia que se encontra a ser delineada.
g) Triangula: o cruzamento de diversos serviços e ofertas no mesmo espaço capacita-o de versatilidade atraindo diferentes tipos de usuários.
h) Eles dizem sempre que não pode ser feito: haverá sempre relutância na população em relação a intervenções que se afastem do pré-existente.
Para saber mais sobre esta metodologia consulte o site Project for Public Spaces.
As cidades têm a capacidade de oferecer algo a todos, apenas e somente quando são criadas por todos. – Jane Jacobs
A participação ativa da comunidade amarantina revela-se fundamental, cultivando valores de comunidade e entreajuda que se poderão revelar alavancas para o projeto. Só é possível revitalizar a cidade se todos nos comprometermos a trabalhar nesse sentido, partilhando ideias, lançando desafios, promovendo boas práticas e um bom uso dos espaços públicos. Conheça o projeto, junte-se a nós e vamos juntos criar cidade.
Câmara Municipal de Amarante é a autarquia da cidade. Amarante, pertence ao Distrito do Porto, região Norte e sub-região do Tâmega e Sousa. Atualmente com cerca de 56.264 habitantes, o que equivale a 13% da sub-região, ocupa uma área de 301.33 km2 e divide-se em 26 freguesias.
InvestAmarante é a estrutura criada pela autarquia com o objetivo de impulsionar a captação de investimento privado, apoiar o tecido empresarial, promover o empreendedorismo, o turismo, e a inovação. A InvestAmarante pretende tornar mais atrativo o investimento através da simplificação dos processos envolvidos, integração na rede económica regional e nacional e de um conjunto de incentivos e apoios neste sentido.
Associação Empresarial de Amarante representa a atividade profissional do conjunto das empresas comerciais, industriais e dos serviços do concelho de Amarante, que dela sejam associadas e tem como missão a representação e defesa dos seus interesses comuns e das atividades empresarial e associativa.
Associação Aventura Marão Clube é uma organização associativa sem fins lucrativos criada em 1993 com a missão de promover hábitos de vida saudáveis entre a população de Amarante, especialmente os mais jovens. Atualmente conta com cerca de 450 associados e desenvolve atividades em três áreas principais: Canoagem, BTT e Comércio Justo; e ainda é responsável pela gestão e dinamização da Casa da Juventude de Amarante, através da qual promove a mobilidade e participação internacional.
Casa da Juventude é gerida desde 2009 pelo Aventura Marão Clube, a Casa da Juventude de Amarante é hoje um dos centros culturais mais ativos e inovadores da cidade. Começou por ser um projeto jovem focado no desporto e hábitos de vida saudáveis e percorreu um longo caminho desde então. Nos últimos anos tem desenvolvido vários projetos na área das artes, teatro, cinema, direitos humanos, empreendedorismo e sustentabilidade.
Existem imensos exemplos de boas práticas no âmbito da revitalização e regeneração urbana. Deixamos aqui alguns dos projetos que nos inspiram todos os dias a trabalhar mais e melhor pela nossa cidade.
